Na estação da primavera;
Passa o trem do verão;
Em trilhos da antiga era;
Que nunca mais voltarão.
Há uma eterna espera;
Em tempos de solidão;
Que por fim a tudo altera;
Sem nenhuma compaixão.
Mas nem a todos desespera;
Pois em termos de emoção;
Também há quem não manera;
E vive sua própria ilusão.
E com toda força prolifera;
Expondo a enganação;
Na qual impera;
Com ajuda da imaginação.
17103127
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