Mundo brando;
Viveiro velho;
Dos vales que ando;
Nada me é tão belo.
Quanto o canto;
De um peito amarelo;
Que vou admirando;
De tão singelo.
Vai esmiuçando;
Sem nenhum atropelo;
Muito menos espanto;
Como na obra de Otelo.
Exuberante seu encanto;
Ao viver seu flagelo;
Exibindo apenas o pranto;
Ao mundo escaravelho.
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